The material history and ethno-history are preserved within the Ethnographic Museum’s collections, while the history of geography and historical geography are supported by numerous studies and documents housed in the SGL Library. The public commemoration of Portuguese history, through ceremonies, parades, and conferences, aligns with the memorial and commemorative categories previously described. The SGL's mobilisation of historical studies served both national and international consciousness and responded to the contexts of international colonial policies.
By invoking historical arguments to counter Portugal’s inability to effectively occupy and exploit its colonial possessions during the 19th century (as defined at the Berlin Conference of 1885), or to comply with the principles of the United Nations Charter (1945), the Universal Declaration of Human Rights (1948), and UN Resolution 1514 (XV Session, 14 December 1960), the SGL used historical knowledge as a formal device to legitimise a colonial policy that was widely recognised as rhetorical and inefficient. Consequently, the colonial-nationalist tone of many historical studies sponsored by the SGL was deeply intertwined with the political agenda of the Portuguese state, a relationship that persisted until 1974.
Primary references:
Barros, Luís A., Tesouros da Sociedade de Geografia de Lisboa. Lisboa, Sociedade de Geografia de Lisboa/INAPA, 2001, Id., “Breve evocação dos presidentes da Sociedade de geografia de Lisboa. Cento e trinta anos ao serviço da Nação”, Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Série 123ª, nº 1-12, 2005, pp. 9-80; Bento, Carlos L., “A Sociedade de Geografia de Lisboa e o turismo”, Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Série 123ª, nº 1-12, 2005, pp. 207-248; Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Série 123ª, nº 1-12, 2005 (Número Comemorativo – 130 anos da S.G.L.); Cantinho, Manuela, “Breve história do Museu Etnográfico da Sociedade de Geografia de Lisboa. Reflexões pós-coloniais”, Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Série 123ª, nº 1-12, 2005, pp. 255-279; Chaves, Fernando J. Castelo- Branco, “Testemunhos e considerações sobre as comissões e secções da SGL”, Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Série 123ª, nº 1-12, 2005, pp. 439-444; Moreira, Adriano, “A Sociedade de Geografia e a crise de 60”, Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Série 123ª, nº 1-12, 2005, pp. 81.89; Neto, João B. N. Pereira, “Tradição e renovação – uma perspectiva antropológica”, Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Série 123ª, nº 1-12, 2005, pp. 363-438; Pinto, Rui, “Reacção da SGL à ocupação da Estado Português da Índia”, Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Série 123ª, nº 1-12, 2005, pp. 159-187; Quinto, Filipe Mendes, “A fundação da Sociedade de Geografia de Lisboa”, Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Série 93ª, nº 7-12 (Julho-Dezembro), 1975, pp. 163-168; Sociedade de Geografia de Lisboa, Estatutos da Sociedade de Geografia de Lisboa. Lisboa, Sociedade de Geografia de Lisboa, 1876; Id., Estatuto Geral aprovado pela Assembleia Geral em sessão de 3 de Junho e sancionado por alvará de 3 de Julho de 1895. Lisboa, Sociedade de Geografia de Lisboa, 1965; Id., Centenário da Sociedade de Geografia de Lisboa. Lisboa, Sociedade de Geografia de Lisboa, 1977.
This work is financed by national funds through FCT - Foundation for Science and Technology, I.P, in the scope of the projects UIDB/04311/2020 and UIDP/04311/2020.