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George Davison Winius, historiador da expansão portuguesa e holandesa no Índico, nasceu em St. Louis, no Missouri, Estados Unidos da América, em 1928, filho de Enno deWitt Winius e Dorothy Alice Davison. Obteve o grau de B. A. no Bodwin College, ao passo que o seu M. A. e doutoramento foram ambos levados a cabo na Columbia University. Foi nesta instituição que se começou a interessar pelos portugueses, devido às aulas sobre expansão europeia do Professor Garret Mattingly. A sua tese de doutoramento, apresentada em 1964, prendia-se com a conquista holandesa do Ceilão português, analisada do ponto de vista dos seus defensores. Viria a publicar uma obra alargada sobre o tema (WINIUS, The fatal history of Portuguese Ceylon… , 1971). Ainda em 1962, casara com Margaretha Maria Hofman, com quem veio a ter três filhos. Entre 1965 e 1976, foi professor na University of Florida, em Gainesville, tendo depois ingressado o corpo docente na Universidade de Leiden (nos Países Baixos) e na Brown University em Providence, Rhode Island, lecionando matérias ligadas à expansão nos séculos XVI e XVII, que eram igualmente o objeto da sua investigação. Na visão de George Winius, a história era uma disciplina mais literária do que científica. Efetivamente, as narrativas das campanhas militares, dos jogos diplomáticos e das intrigas em Goa adquirem nas suas obras grande extensão, mas tal não significa que descure vertentes institucionais, sociais e, em menor medida, económicas. Dedicou-se a tópicos diversos dentro da temática do Índico português, desde o comércio goês de pedras preciosas ao milenarismo dos autores religiosos no Oriente. Contudo, os seus estudos mais aprofundados prenderam-se com o funcionamento do sistema imperial adotado pelos portugueses na Ásia e com o seu – alegado – declínio ou decadência. |
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