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Embora a sua obra como historiador seja relativamente reduzida, o diplomata e escritor britânico Sir Marcus Cheke destacou-se por minuciosas biografias de duas personagens históricas portuguesas – o Marquês de Pombal e a rainha D.ª Carlota Joaquina – que lhe conferem um lugar no corpo da historiografia anglófona dedicada a Portugal. Sir Marcus frequentou a Clayesmore School na sua infância e adolescência e estudou de seguida na Universidade de Oxford, ingressando o Trinity College. Casou, em 1939, com Constance Elizabeth Lopes (cuja família tinha raízes portuguesas sefarditas); o casal não teve filhos. Depois de uma passagem pelo mundo da política – concorreu, sem sucesso, nas eleições de 1929 pelo Liberal Party – Cheke enveredou pela carreira diplomática. Foi attaché honorário na embaixada britânica em Lisboa, entre 1931 e 1934 e de seguida em Bruxelas, até 1937. No ano seguinte, regressou à capital portuguesa, primeiro como attaché da imprensa e, a partir de 1942, como primeiro secretário da embaixada, posto que deixou em 1945. Habitava, portanto, em Lisboa durante o decorrer da Segunda Guerra Mundial. Em 1946 foi elevado ao cargo de Vice-marechal do Corpo Diplomático, cargo esse em que se manteve até 1957. Durante esse período recebeu vários títulos honoríficos: o grau de comandante da Royal Victorian Order em 1952, sendo constituído cavaleiro da mesma ordem em 1957, e o de companheiro da Order of Saint Michael and Saint George em 1955. Em 1957 foi também colocado como embaixador britânico na Santa Sé, cargo em que se manteve durante três anos, até à sua morte. |
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