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A par do foco nos eventos políticos e sociais mais significativos, o Autor interessa-se por muitos aspetos da vida privada das personagens históricas a que se refere, recontando com gosto boatos, intrigas palacianas, episódios pitorescos ou curiosidades anedóticas. Politicamente, Marcus Cheke parece ter sido um conservador moderado, embora, ao modo britânico, crítico do que via como uma excessiva religiosidade. Encarava com bons olhos a ditadura de Oliveira Salazar, que comparou favoravelmente à de Pombal na introdução à biografia deste último: não só o ditador atual se coibia de fazer uso dos métodos violentos e do terror do Marquês, mas governava de acordo com o caráter nacional em vez de em quebra com este, razão pela qual era mais estável e bem-sucedido. Bibliografia ativa CHEKE, Marcus, Dictator of Portugal: a life of the Marquis of Pombal , 1699-1782, Londres, Sidgwick & Jackson, 1938 (trad. portuguesa 1946); Carlota Joaquina: queen of Portugal , Londres, Sidgwick & Jackson, 1947 (trad. portuguesa 1949); Guidance on Foreign Usages and Ceremony, and Other Matters, for a Member of His Majesty's Foreign Service on His First Appointment to a Post Abroad , Lon dres , HM Diplomatic Corps, 1949 ; The Cardinal de Bernis , Londres, Cassell, 1958. Bibliografia passiva CARDOZO, Manuel, “ O ditador de Portugal Marquês de Pombal by Marcus Cheke”, The Hispanic American Historical Review , Vol. 30, No. 1 (Feb., 1950), pp. 84-86; FERREIRA, Fernando Bandeira, “CRÍTICA: O Ditador de Portugal de Marcus Cheke, tradução do inglês por António A. Dória”, Mundo Literário , No. 43 (1 de março de 1947), pp. 11-12, disponível online em . Tiago Seixas dos Santos |
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